Como adaptar a casa para um idoso que teve AVC?
Mudanças no banheiro, quarto, circulação e mobiliário podem facilitar a rotina de idosos após um AVC e reduzir riscos domésticos.
Entenda os sintomas da cólica renal, os sinais de urgência e os cuidados que podem ser adotados antes da avaliação médica.
Em casa, durante uma crise de cólica renal, dá para fazer pouco, e o mais importante desse pouco é saber quando parar de esperar. Dor forte em cólica nas costas ou na lateral do abdome, que irradia para a virilha e não deixa a pessoa achar posição, é o quadro típico de um cálculo descendo pelo ureter. Na maioria das vezes não é perigoso. Em algumas situações, é urgência.
O que fazer agora: se houver febre, calafrios, vômitos que não param, ausência de urina, rim único ou gravidez, vá ao pronto-socorro ou ligue 192. Sem esses sinais, mantenha hidratação normal, use calor local, tome apenas analgésicos já orientados por um médico e procure atendimento se a dor não ceder.
| Característica | Cólica renal | Dor muscular |
|---|---|---|
| Início | Súbito, muitas vezes de madrugada | Após esforço ou má postura |
| Posição | Nenhuma alivia | Ficar parado melhora |
| Irradiação | Para a virilha, testículo ou grande lábio | Fica nas costas ou desce pela coxa |
| Sintomas junto | Náusea, sangue na urina | Rigidez, dor ao apertar o músculo |
Apendicite, problemas de ovário e, em idosos, doenças da aorta podem imitar a cólica. Quem nunca teve cálculo e sente essa dor pela primeira vez deve ser examinado.
A cólica renal acontece quando uma pedra entra no ureter, o canal estreito entre rim e bexiga, e bloqueia a passagem da urina. O rim continua produzindo urina, a pressão sobe atrás da obstrução e a parede do ureter se contrai em espasmos. Daí o padrão em ondas: a dor aperta, alivia um pouco, aperta de novo.
É uma das dores mais intensas que existem, e não tem relação direta com o tamanho da pedra. Um cálculo de poucos milímetros pode doer tanto quanto um maior.
Esse último detalhe ajuda a diferenciar de dor muscular, que costuma melhorar quando a pessoa fica parada.

Esse é o cenário que não admite espera em casa. Quando a urina parada atrás da pedra infecta, a bactéria pode chegar ao sangue. Febre, calafrios e mal-estar geral junto com a dor lombar significam que o rim precisa ser desobstruído com urgência, geralmente com um cateter colocado por endoscopia ou uma drenagem.
Antibiótico sozinho não resolve, porque a infecção está presa atrás do cálculo. Não espere a febre baixar para decidir.
Quem tem um rim só, ou tem pedras nos dois lados, pode parar de urinar se a obstrução for completa. Sem urina por várias horas, com dor, é urgência. O mesmo vale para quem já tem doença renal conhecida.
Gestantes com dor desse tipo também devem ser avaliadas no pronto atendimento, porque os exames e os remédios mudam na gravidez.
Vomitar uma ou duas vezes na crise é comum. Vomitar sem parar impede de tomar líquido e remédio por via oral, e a desidratação piora a dor e a função do rim. Nesse caso, a medicação na veia, no pronto-socorro, resolve mais rápido do que qualquer tentativa em casa.
O SAMU 192 pode orientar por telefone sobre ir ou não ao hospital e enviar atendimento quando necessário.

Sem sinais de alarme, a conduta muitas vezes é aguardar a pedra sair, com acompanhamento médico. Cálculos pequenos, de até uns 5 milímetros, costumam ser eliminados sozinhos em dias ou poucas semanas. Enquanto isso:
O passo 4 é o que quase ninguém faz e o que mais ajuda depois. A análise química do cálculo diz de que ele é feito, e a prevenção muda conforme o tipo.
Nos dias quentes, a perda de líquido pelo suor aumenta e a urina concentra, o que favorece novos cálculos. Manter a casa fresca ajuda até nisso, como mostra o texto sobre deixar a casa mais fresca sem ar-condicionado.
Metade das pessoas que têm cálculo volta a ter em alguns anos. Quem já teve duas crises deveria investigar por quê: exames de sangue, urina de 24 horas e análise da pedra mostram se há excesso de cálcio, oxalato, ácido úrico ou pouca urina.
Os sintomas de pedra nos rins nem sempre são a cólica clássica. Há pedras que ficam paradas dentro do rim por anos sem dor e são achadas num ultrassom de rotina. Elas também merecem avaliação, porque podem crescer ou migrar.
O Dr. Leonardo Borges, urologista que atua no diagnóstico e tratamento de cálculos renais, apresenta aos pacientes opções clínicas e cirúrgicas conforme o tipo e o tamanho da pedra. Com acompanhamento, o tratamento de pedras nos rins pode ser só mudança de hábitos e medicação, sem cirurgia.
Se o cálculo é grande, não progride em algumas semanas, causa dor que volta sempre ou obstrução persistente, a remoção é indicada. Hoje ela quase sempre é feita sem cortes, por endoscopia.
A cirurgia endoscópica para cálculo renal usa um aparelho fino que entra pela uretra até a pedra. Nessa técnica, Leonardo Borges utiliza métodos endoscópicos para os cálculos com indicação cirúrgica, e o tratamento de cálculo renal a laser quebra a pedra em pedaços pequenos ou em pó.
Depois da primeira crise, marque consulta com um urologista especializado em cálculos renais mesmo que a dor tenha passado. Leve os exames do pronto-socorro e, se conseguiu, a pedra. O consultório de Leonardo Borges fica no Einstein do Morumbi, em São Paulo, e a consulta pós-crise é justamente o momento de planejar para que não haja uma próxima.
Mudanças no banheiro, quarto, circulação e mobiliário podem facilitar a rotina de idosos após um AVC e reduzir riscos domésticos.
Avalia se ímãs, adesivos e panfletos com QR Code funcionam para serviços de casa, como gás, encanador e delivery do…
Cor, brilho, resistência e cuidados de cada uma dessas gemas para escolher o brinco que combina com a rotina.